
Outro australiano pinta o sete. Pintor não muito convencional, não usa pincéis, usa o pênis para fazer suas obras. Ele estará concorrendo ao mais famoso concurso de pintura da Austrália.
Veja a notícia completa: Pinto com meu pinto.

Outro australiano pinta o sete. Pintor não muito convencional, não usa pincéis, usa o pênis para fazer suas obras. Ele estará concorrendo ao mais famoso concurso de pintura da Austrália.
Veja a notícia completa: Pinto com meu pinto.
Australiano dorme nos trilhos e o trem passa, mas ele sobrevive. Bêbado e sem noção, um jovem de 20 anos dorme sobre os trilhos e o trem passa por cima, a sua sorte é que o destino o fez dormir em uma parte côncava do trilho. Dizem que bêbados têm muita sorte.
Vide a notícia: bêbado sortudo.Já ouviram falar que gatos têm 7 vidas? Ou seriam 8? Ah, não importa! O fato é que alguns cães não ficam para trás. Lulu, uma cadelinha sobreviveu oito dias debaixo de cinco metros de escombros. Seu dono ficou gravemente ferido na explosão da casa, e a cadela sobreviveu debaixo dos entulhos bebendo água da neve derretida.
Garotinho mexicano se colou à cama para não ir à aula. O pequeno Diego disse que não queria ir à aula na segunda-feira, e na noite anterior, roubou um pote de cola da família e se grudou de manhã na sua cama.
Ver em: Quem cola não vai para escola.Japonês liga 2.600 vezes para o serviço de informação e obstrui tudo. O japonês de 37 anos diz que é solteiro, e que queria esquecer sua solidão. Nas palavras dele:
"Sou solteiro, fiz isso para me esquecer da minha solidão".
Vide em: Meu telefone, meu melhor amigo.

Governo holandês pede a policiais para pararem de fumar maconha. A Holanda, conhecida pelas leis que permitem o uso de drogas, agora quer que os policiais parem o uso das mesmas. Segundo o governo, isso compromete a imagem da corporação.
Leia mais: Meu precioso achado.
Outro prefeito, dessa vez um francês, proíbe os habitantes de morrerem. Segundo ele, acabaram as vagas no cemitério de Sarpourenx. Gerard Lalanne, de 70 anos, disse:
“Todas as pessoas que não possuem um lote no cemitério e gostariam de ser enterradas em Sarpourenx estão proibidas de morrer nesta paróquia. Trangressores serão severamente punidos."
Vide notícia na íntegra: Morre para você ver.
Político australiano cheira o assento de uma colega de parlamento. Troy Buswell, que é líder dos liberais no oeste da Austrália, já puxou a alça do sutiã de uma líder oposicionista.

O empreiteiro Neil Gray, de 44 anos, levou uma semana para erguer uma estufa de plantas e um pórtico de entrada na casa de Anita Dovey na cidade de Shoreham (Inglaterra). Isso foi às vésperas do Natal. Como até a semana passada Anita ainda não havia acertado as contas, Gray decidiu pôr tudo abaixo.
Segundo reportagem publicada pelo "Daily Mail", o preço combinado foi de 15 mil libras (quase R$ 50 mil). Anita marcava o dia para pagar, mas não cumpria a promessa. Segundo Gray, a mulher chegou a mentir para evitar pagar pelo serviço. Ela chegou a dizer que o marido tinha morrido, apesar de ele continuar vivo e morando com ela na casa da discórdia - que tem três quartos e é alugada.
Cansado de esperar pelo pagamento que não vinha nunca, Gray mandou seus empregados demolirem o pórtico a marretadas. A obra veio abaixo em questão de minutos. A estufa foi desmontada e levada de volta. "Preferi fazer isso a deixá-la se aproveitar de graça do fruto do meu trabalho. Não vou ser feito de otário por ninguém."
O chefe dos pedreiros diz ter gasto 1.500 libras (R$ 5 mil) na demolição. "A coisa toda me custou 22 mil libras (quase R$ 73 mil) entre material e mão-de-obra."
Mãe de três filhos, Anita permaneceu dentro da casa durante a demolição. Mais tarde ela saiu e, com uma expressão de tristeza no rosto, recusou-se a dar qualquer declaração. Agora ela terá de pagar para deixar a casa do jeito que era antes.
Gray também não estava feliz. "O trabalho era de primeira qualidade, e corta meu coração vê-lo indo abaixo. Mas isso tinha de ser feito."
FONTE: Machadada certeira.

Jovem americano rouba um cheque da sogra e preenche no valor de U$ 360 Bilhões de dólares. Ao chegar no banco para sacar o valor, é preso com maconha e uma arma. Ele disse que queria usar o dinheiro para um “negócio recorde”. Imagine que estado mental que o cara devia estar...
Vide notícia completa: O negócio do doidão.

Três membros do grupo resolvem recuperar o fogo, e saem em uma jornada dificílima. Encontram uma tribo que detinha o fogo e através de um estratagema rouba-lhes o fogo. Na fuga levam uma fêmea de uma quarta tribo, e há algo como um romance entre ela e o líder dos excursionistas. Essa fêmea pertencia a uma tribo que já estava bem evoluída, e ao invés de manter o fogo encontrado esporadicamente na natureza, eles detêm a técnica de produzir o fogo por meio da fricção da madeira. É uma surpresa quando os três descobrem isso, eles que louvavam o fogo como algo sagrado, percebem que o próprio homem pode faze-lo.

Nessa aventura, muitas cenas são hilárias, outras dramáticas, e outras românticas. Entre as hilárias está o momento em que são perseguidos pela tribo roubada, e quando estão cercados e em menor número, os perseguidores recuam. Os perseguidos ficam orgulhosos de terem assustado os perseguidores, mas na verdade havia uma tropa de mamutes atrás deles, e isso que havia assustado os outros. Em uma cena romântica, ela ensina o macho a fazer sexo no papai-mamãe, ele, acostumado ao sexo por trás, demora pegar no tranco. Em uma cena dramática, os homens tentam reavivar a chama sagrada, e ela vai se apagando, até extinguir-se.
É bom dizer, que não há diálogos falados, são grunhidos, sons animalescos, não havendo nenhum tipo de conversação, são apenas gestos, e alguns sons que refletem signos, porém são poucos. Os atores participantes fizeram um trabalho admirável, com gestos e expressões faciais e corporais que não deixam nada a dever ao cinema falado e mudo-legendado.
O filme é uma ótima reconstituição, mas incorpora temas como amor, amizade, guerra, sentimentos e buscas bem humanas, e para quem se interessa pela temática, será, com certeza, um filme inesquecível.
FICHA TÉCNICA
Título:A guerra do fogo
Gênero: Fantasia - Aventura
Duração: Longa metragem
Estúdio: Twentieth Century Fox Film Corp
Direção: Jean-Jacques Annaud
Roteiro: Gérard Brach

Um padre maluco resolve realizar um sonho enrustido de infância, e se agarra a algumas centenas de balões de festa e sai voando. O padreco pirado voa em meio a um tempo ruim, com umas barrinhas de cereal e água, e deixa o resto por conta de Deus. Será que queria encontrar Deus em um milagre? Se queria um milagre, o milagre pode ser o ciclo de vida e morte, e que encontrou seu fim na morte. Eu prefiro chamar isso de burrice; de loucura patrocinada pela crença inveterada em um Deus que é mais humano do que ele imagina.
Tem louco para tudo nesse mundo, eu mesmo sou suficientemente louco para algumas coisas; mas, definitivamente, bem são para saber morrer de uma forma , digamos, menos estúpida. Imbecis morrem assim, a normalidade, a fatalidade, é outro caso. Vi devotos morrerem mais dignamente, tipo aqueles que fogem pela janela enquanto a inquisição entra pela porta, e cai no chão, continuando correndo com as pernas ferradas. Mas desse jeito? Voando para Deus? Ai, ai...essa gente é mais biruta do que uma cadelinha da raça pinscher que eu deixei cair algumas vezes de cabeça no chão e ficou lé-lé da cuca.
A desculpa do padre “baloeiro” era a caridade. Arrumar dinheiro para os projetos sociais da igreja. Outra insanidade. Não sei o que leva essa gente a abandonar os prazeres da vida terrena em nome de um paraíso que nem me parece tão atrativo assim. Lá não tem bebida, não tem sexo luxurioso, nem mesmo um heavy metal para agitar. Todo mundo em paz, empregado numa indústria de caridade, dependendo de um amor divino que nunca vi mais gordo, e rezando missas dominicais por toda a eternidade. Que asco...vontade de vomitar!
Toda a imaginação e sonhos dos primeiros cristãos, e dos medievais, não foram capazes de criar um atrativo paradisíaco como os que vemos no mundo hoje. Acho melhor a liturgia cristã começar a contratar alguns bons roteiristas de cinema para melhorar essa imagem do paraíso. O céu precisa ganhar mais néon, umas purpurinas, uns bares temáticos, anjos roqueiros e santas menos santificadas; senão a coisa vai descambar para um deserto tedioso nas nuvens.

Esse país, herdeiro do sectário povo português e de uma legião de igrejas reformistas, que reformam prédios velhos, e constroem templos no estilo grego para cultos orientais; é uma vergonha. Sinto por eles; sinto vergonha por eles e medo que um filho meu caia nessa cilada metafísica. Mas fazer o que? Vamos ironizar para não estressar muito, porque a vida real está aí, e ao alcance de todos. Melhor ganhar uns prazeres desse tempo de vida, do que viver sem tempo e com medo da vida nos templos dos Deuses.

Onde os fracos não têm vez, é um daqueles filmes tipo “Era uma vez no México”,"Coisas para fazer em Denver quando você está morto", e outros, que criam um mundo de violência absurda e empolgante dentro do mundo real. O título foi baseado em um poema de W.B. Yeats. Possui personagens muito interessantes, como o delegado que é quase impotente ou indiferente ao que se passa ao seu redor (e olha que não é pouca coisa que se passa); um psicopata, que por incrível que pareça, não vem acompanhado com nenhuma daquelas batidas análises psicológicas que o diretores adoram trazer às telas; um caçador sem o que fazer que está sempre no local certo/errado, e faz o que todos fariam/não fariam; traficantes “cucarachos” que, quando aparecem em cena, estão mais mortos do que vivos; um assassino profissional que de profissional só tem o amor à grana, mas que morre antes de dar um tiro. Falando em grana, a grana é só o ponto que gira o resto, e deixa de ter importância para o telespectador quando a trama ganha corpo. Isso tudo entre os EUA e o México, e com todo mundo ou fugindo, ou buscando algo ou alguém; e no final não achando nada além do vazio ou a morte certa, porque lições de moral não há nesse filme. É a violência e loucura em um mundo semiparalelo por si só. E chega! Uma versão dois desse filme, me faria sair pelas ruas em busca de alguns milhões de dólares e muito sangue, em meu universo análogo.
“Ganhou 4 Oscars, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Javier Bardem) e Melhor Roteiro Adaptado. Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Som e Melhor Edição de Som”.

“Ganhou 2 Globos de Ouro, nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante (Javier Bardem) e Melhor Roteiro. Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Filme - Drama e Melhor Diretor”.

Diante dos inúmeros pedidos (3 personas), que fatalmente caíram do céu, ou afocinharam suas narinas curiosas, e ao mesmo tempo desinteressadas em aprofundar-se nessa minha Terra Dayrelliana; vou tentar abalançar meu senso de humor para ver se o censo crítico aumenta proporcionalmente ao meu desabafo semi-deseperado de crítico da ditadura da esquerda-politicamente correta-paternalista-hipócrita como eu e vocês, sapiente da "insapiência" dos outros e não da própria - e etc, que como “etc” serve para tudo que rompe com o nexo de idéia, e etc, etc, etc...tudo ligado...vagões de trem, como o próprio “trem” dos mineiros; vale para tudo. Confesso que não estou muito inspirado, mas sempre dar-se um jeito de mexer no clitóris da boa, feliz e bem humorada glândula do humorismo sarcástico humano, para que esse goze num jato aquático e libidinoso.
Hoje, aguardava um professor meu – primo por sinal – para entregar-lhe as primeiras pinceladas de minha monografia de conclusão de curso de direito. Esqueci de uma anterior, e a anterior como precedente, permaneceu como prelúdio para uma negativa seca do mestre. Na prelação, conversei com pessoas que não gastaria um abecedário de idéias se não fossem passa-tempo. Mas passar o tempo, é - como dizem - tão relativo quanto a relatividade do conceito de bem. Algum bem farei eu, ao me calar, mas sou um falante,tagarela mesmo (devia ser um pregador cristão, ou um radialista fadado a dizer o que todos ouvem para passar o tempo). Mas pensando um pouco mais, sou desde já, um radialista e pregador do tempo. Prego o que erradia entre os mortos. Mas os mortos têm ouvidos; se escutam ou não, é outra questão.
Quanta baboseira para organizar minhas idéias!!!
Ouvindo Beatles, alguma nostalgia contagia, e contagiado, entrego-lhes um poema sarcástico e semipornográfico. É questão de postar para não postar o que devia postar e que para postar precisaria de um trabalho que ainda não me posto adequadamente para posta-lo. Mas se a segurança da minha censura, e suas amarras frouxas (feito orifício de damas da noite), permitirem; postarei, mas podendo deixar de postar quando a censura sã abater sobre o orifício que atende pelo nome de cérebro de... Olha a caganeira aí! E esqueçam o mais breve possível do que leram. A leitura de idéias vagas desse que lhes fala, e que vive nas raias da loucura, é um bom retrato ao espelho, não acham?
Já o poema fica para a próxima postagem porque enquanto falo essas coisas, o procuro, e, definitivamente não achei um menos pornográfico, mas muitos biográficos, autobiográficos; amarrotados; e ainda alguns que eu preferiria que fosse de Gregório de Mattos. Isso porque mortos não são acusados por crimes, e se são, não encontram punição. Talvez, morreria se a natureza me desse o poder de dizer tudo que gostaria verdadeiramente de falar. Mas acreditem, sob o efeito da cafeína, rhoypinol, nicotina e umas doses de vodca, é o que resta do raio-x da minha torre cerebral.
Decepcionados? Eu não! To mais feliz do que crente depois de pagar o sermão que faz montanhas de dinheiro em cuecas de pastores excitados.

Sua discografia é ridícula: Apenas um álbum comercial, chamado “Gracie”. Mas não se enganem; a intensidade de cada acorde; de cada letra; de cada nuance de tom de voz; levam o ouvinte a dezenas de estados de espírito em uma mesma música desse álbum; e suas performances são celebradas até hoje em DVDs póstumos.
A biografia do Mr.Buckley é uma verdadeira tragédia grega. Começa com o fato de ser filho de um artista já renomado, Tim Buckley, com um pai cantor famoso, ele se dedicou à guitarra, estudando em consagradas escolas para guitarristas, mas sempre ignorando a parte vocalizada da música, para evitar as comparações. Com a guitarra ele tinha uma ligação tão íntima e produtiva, que chegou a dizer que “um guitarrista tem uma orquestra em suas mãos”.
Em uma noite de homenagens ao seu falecido pai, ele espanta a todos cantando (1991). Ficando, todos pasmados com o seu talento vocal. Passou por bandas sem expressão, chegando às vésperas de assinar com uma grande gravadora por uma delas, e deixando-a pouco antes de assinar o contrato. Segue em carreira solo por bares e pequenas casas de show, até conseguir lançar seu primeiro e único álbum comercial em 1994. “Gracie” foi recebido com frieza pelo mercado, excetuando-se os admiradores ilustres de sua obra, entre estes estavam: Chris Cornell, Jimmy Page, Paul McCartney e Bono Vox. O pouco sucesso do álbum é compensado pelas performances em palco. Sempre com muito sentimento aflorando de forma vertiginosa e caudalosa nos shows.
Pelo contrato, ele deveria apresentar outro álbum em 1996; pressionado e vendo que o resultado não estava bom (ele era perfeccionista); Jeff resolve cancelar tudo. Isola-se para compor um novo álbum. Composições feitas, chega o dia das gravações. Ele liga para os integrantes da banda, e marca o dia e hora para gravar.
No vigésimo nono dia do mês de maio de 1997, dia da gravação, Jeff e um amigo dirigem rumo ao estúdio. Jeff resolve nadar em um dos afluentes do rio Mississipi. Enquanto o amigo voltava para o carro para guardar algumas coisas, via Jeff entrando n’água e cantarolando uma música. Depois de guardar as coisas, ele olha e já não vê Buckley. Ele desaparecera assim como surgira.
“Então... os sinos da torre da igreja tocaram
Queimando vestígios dentro desse meu coração
Pensando bastante nos seus delicados olhos e na memória
Dos seus suspiros. Está tudo acabado, está tudo acabado...”
Contava 29 anos, e tinha pouco mais de 3 anos de atividade profissional. As suas composições para o segundo álbum foram terminadas em estúdio depois da morte dele. Mas provavelmente não expressam todo o conteúdo que ele traria para o álbum, Sketches for My Sweetheart the Drunk. Na música “Gracie” ele diz: “Eu não tenho medo de ir mas estou indo lentamente”; mal sabia ele que estava indo tão rápido que pouco, o mundo, pôde senti-lo.
Sugestões de músicas para ouvir:

E não foi outro, senão tu, ó prometeu!
Que atreveste a dar-nos o que com as mãos,
Com certeza, não tocaríamos, pois éramos sãos.
Mas em tua loucura fazemos orgias num altar teu.
De tuas dores compadecem todos os mortais.
Teus gemidos são sentidos nos corações de todos.
E até Oceano emergiu dos mares abismais,
Para agraciar um amigo com fraternos consolos
É verdade que teus presentes nos são muito favoráveis,
Mas a desgraça que o abate no alto deste monte,
Não é apaziguado nem pelos apelos mais amáveis,
Nem pelos prantos de camaradas que estão longe.
Mesmo com tantas súplicas ao teu poderoso amo,
O seu servo prossegue inconsolável no teu sofrer.
Sofre Io, e padece até mesmo o mandatário Vulcano,
Pois aqui ainda conservar-se a tua vida a perder!
Júpiter alcançou a sua perversidade máxima,
Reinando tirânico em teu olímpico átrio
Depositando um par neste cativo calvário,
Que cruel pai! Que regência Malíssima!

Neste mesmo dia (7 de abril), há quase 400 anos, morria “El grego”. Arquiteto, escultor, mas principalmente conhecido por ser um dos maiores pintores que o mundo já viu. De estilo único, especial em sua singularidade métrica e verticalizada; sua dramaticidade fantasmagórica, que refletia, e, principalmente, convergia perfeitamente o ambiente medieval anterior; as tradições greco-bizantinas, e romana-renascentistas.

Não vou me estender muito. Não ousaria tentar escrever ou pronunciar o nome dele, mesmo porque, como clareia o apodo, ele era grego da ilha de Creta, portanto cretense. E, convenhamos, o grego só serve para quem é grego; não sou grego, amo-os, mas prefiro língua de boi à língua grega. De grego, além das heranças culturais e do plano do conhecimento, talvez só se salve a culinária.

A primeira vez que tive contato com a obra dele foi em gravuras de um conjunto enciclopédico dos maiores pintores do mundo, que um tio meu possui. Eu sempre ficava maravilhado com a sua obra, e por esta razão, dedico essas linhas para relembrar a sua imagem e obra. Em outras postagens falarei de outros pintores que mais me apetecem. Mas acima de tudo, El greco, era um homem sem raízes, talvez se possa sentir isso em sua própria obra.
P.S: Vale a pena também assistir o filme el greco também.

O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford, ou no original: The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford, é um filme no mínimo estranho. Além de ser uma releitura que possui pelo menos três anteriores. Por um lado, nos traz um clima de filmes do velho oeste; por outro, segue com cortes e retrospectivas típicas dos experimentalistas que hoje já estão dentro do mundo do cinema. Um filme bem bolado, mas não esperem por surpresas, e sim por alívio. Não há surpresas mesmo nesse filme: o assassino de Jesse já é denunciado no título do próprio filme; a trama torna-se angustiante depois da primeira hora e você só pensa na hora da morte de Jesse, porque o filho de uma égua cagona não morre, e o Zé borrão do Bob não mata nem mosquito, e quando mata, faz em um desespero, e em defesa própria e do irmão, ou amigo, já não me lembro mais. Cheguei num ponto que já imaginava eu, matando o Jesse e depois torturando o Bob Covardón, e dizendo: “Seu filho de uma paca, vou te enterrar vivo no mesmo caixão do seu Jesse!!!”; “Quando você se masturba você enrola tanto assim, sua pulga de pinto!!!”. “Matasse logo que eu te daria até um doce”.
Mas, meus caros, o que melhor me regozijou nesse filme, foi a história em si. Para quem não sabe, e aliás, acho que todos vocês não sabem, é que Jesse James realmente existiu. E era mesmo um fora-da-lei, mas o engraçado é que ele era um fazendeiro antes de ser bandidão, e quando uma companhia de trem iria atravessar uma ferrovia pela propriedade dele, ele resistiu, mas acabou saindo à força. Sua mãe morre; ele fica sem o rancho; sem grana; possui apenas uma cara de bandido, e posso até ver a cena dele na frente do espelho, e dizendo para si mesmo:
“Jesse, você é feio pra caralho. Tem uma cara de MARVARDÃO, rico você só será, se de hoje em diante você se tornar um fora-da-lei!”
Até rimou, hein? Bom, o cara é uma lenda lá nos States. Até aqui no Brasil teve novela que apresentou ele num personagem à la tupiniquim’s novel. Só lamento não ter tido mais cenas de mulher pelada e umas cachaçadas. Mas aí é pedir demais, o filme não é uma porno-chanchada.
E quanto ao alívio. É só quando o Jesse morre mesmo, e digo a vocês, nunca desejei tanto que alguém morresse logo em um filme.